Je suis très fatigué
Et je ne comprends pas
Pourquoi je suis de cette mode, fatigué e triste.
J’espère toujours
Pour quelque chose ou quelque un
Que me anime e me aime.
Moi j’aime la vie
Mais la vie me brise e me déprime
A tout le temps.
Moi j’aime d’écrire
Mais avant d’écrire
J’ai à besoin de espoir e d’amour…
Si je n’ai l’espoir et l’amour
Je ne pou pas d’écrire.
Et je suis triste pars que je n’écrire rien…
(Felipa Monteverde)
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
Advento

“Preparai os caminhos do Senhor, endireitai as suas veredas…”
(do livro de Isaías)
Advento, tempo de preparação para a chegada do Senhor.
Lavemos e perfumemos a alma com a leitura dos santos Evangelhos, com o sacramento da Penitência e abrindo o nosso coração ao amor fraterno e à alegria da ansiedade pela chegada do Rei dos Reis…
"ELE está pra chegar..."
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Madalena
Descai o sol... nos olivais do monte
Recolhe o gado o pastor. Das largas eiras
Vêm vindo as filhas de Jacob à fonte
Com seu rítmico andar entre as palmeiras.
Um rouxinol suspira no loureiro
É essa hora do ocaso meiga e terna
Em que o sol busca o mar como um boieiro
Que vem beber à boca da cisterna.
Madalena em Betânia desatando
Seu cabelo, qual fúlgido lençol
Limpa os pés do Rabi, humilde olhando
Seus olhos cheios de domínio e sol.
Um pescador trigueiro das baías
Deitando a rede diz, olhando o rio
Quando virá o lúcido Messias
Quem é este Rabi loiro e sombrio?
Mas Madalena, num amargo choro
Limpa os pés do Rabi, cheia de amor
Com seus longos cabelos feitos de oiro
E baixinho murmura: é meu Senhor.
O sol morreu... nos olivais do monte
Rompe virgem o luar. Às largas eiras
Vão saindo as filhas de Jacob da fonte
Com seu rítmico andar entre as palmeiras.
Frei Hermano da Câmara
(Escrevi a letra ouvindo a canção, espero tê-la ouvido bem. O problema é saber a pontuação correcta, mas cada um que use a imaginação.)
Recolhe o gado o pastor. Das largas eiras
Vêm vindo as filhas de Jacob à fonte
Com seu rítmico andar entre as palmeiras.
Um rouxinol suspira no loureiro
É essa hora do ocaso meiga e terna
Em que o sol busca o mar como um boieiro
Que vem beber à boca da cisterna.
Madalena em Betânia desatando
Seu cabelo, qual fúlgido lençol
Limpa os pés do Rabi, humilde olhando
Seus olhos cheios de domínio e sol.
Um pescador trigueiro das baías
Deitando a rede diz, olhando o rio
Quando virá o lúcido Messias
Quem é este Rabi loiro e sombrio?
Mas Madalena, num amargo choro
Limpa os pés do Rabi, cheia de amor
Com seus longos cabelos feitos de oiro
E baixinho murmura: é meu Senhor.
O sol morreu... nos olivais do monte
Rompe virgem o luar. Às largas eiras
Vão saindo as filhas de Jacob da fonte
Com seu rítmico andar entre as palmeiras.
Frei Hermano da Câmara
(Escrevi a letra ouvindo a canção, espero tê-la ouvido bem. O problema é saber a pontuação correcta, mas cada um que use a imaginação.)
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Pedi à vida
Pedi à vida que me protegesse
quando me senti a naufragar;
Ela respondeu: que não temesse
que meus sonhos haveriam de boiar...
(Felipa Monteverde)
quando me senti a naufragar;
Ela respondeu: que não temesse
que meus sonhos haveriam de boiar...
(Felipa Monteverde)
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Conversas a sós...
Toda a nossa vida é um pequeno grão de areia, se compararmos com o infinito do Universo. A questão é saber se somos areia de um árido deserto ou de uma paradisíaca praia...Às vezes é necessário isolarmo-nos do mundo para escutarmos a voz de Deus dentro do nosso coração...
Ter Deus no coração é transportar o amor na alma, ter o Céu dentro do peito e arder em branca chama....
(Felipa Monteverde)
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
A história preferida do Zezé
Esta é a história que o Zezé ouviu vezes sem conta, a que ele escolhia quando a mãe contava uma historinha para os filhos, antes de adormecer. Para o Zezé, esta era a mais bonita das histórias.
Era uma vez um menino que queria um carrinho, mas a mãe dizia que não lhe dava um carrinho, porque ele o estragaria. Ele prometia que não, que não estragaria o carrinho, mas a mãe dizia que não acreditava nisso, que ele de certeza que estragaria o carrinho.
Um dia a mãe foi à cidade e, para espanto do menino, trouxe de lá um lindo carrinho. E deu esse carrinho ao menino, que nem queria acreditar.
- É para mim? - perguntou.
- É, sim. - respondeu a mãe.
O menino ficou tão contente! Deu um beijo à mãe e foi logo a correr chamar pelo seu amigo João Pedro, para brincar com ele e com o seu carrinho.
Brincaram, brincaram, até que chegou a hora de o João Pedro ir para a sua casa e o menino teve de arrumar o carrinho e ir jantar.
À noite, na cama, adormeceu o menino tranquilamente, abraçado ao seu carrinho.
(Há 18 anos eras uma pequena coisinha nos meus braços, hoje és um rapagão. Feliz aniversário, meu filho, e que Deus te proteja e abençoe).
O menino que queria um carrinho
Era uma vez um menino que queria um carrinho, mas a mãe dizia que não lhe dava um carrinho, porque ele o estragaria. Ele prometia que não, que não estragaria o carrinho, mas a mãe dizia que não acreditava nisso, que ele de certeza que estragaria o carrinho.
Um dia a mãe foi à cidade e, para espanto do menino, trouxe de lá um lindo carrinho. E deu esse carrinho ao menino, que nem queria acreditar.
- É para mim? - perguntou.
- É, sim. - respondeu a mãe.
O menino ficou tão contente! Deu um beijo à mãe e foi logo a correr chamar pelo seu amigo João Pedro, para brincar com ele e com o seu carrinho.
Brincaram, brincaram, até que chegou a hora de o João Pedro ir para a sua casa e o menino teve de arrumar o carrinho e ir jantar.
À noite, na cama, adormeceu o menino tranquilamente, abraçado ao seu carrinho.
(Há 18 anos eras uma pequena coisinha nos meus braços, hoje és um rapagão. Feliz aniversário, meu filho, e que Deus te proteja e abençoe).
Subscrever:
Mensagens (Atom)