Não sei o sentido de viver
Nas saudades que eu sinto do céu
Só sei que não me assusta morrer
Sabendo que lá estarás mais eu.
Tenho saudades de falar contigo
Tenho vontade de te ver de novo
Perdendo-te perdi todo o sentido
De uma vida onde me demoro...
(Felipa Monteverde)
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Com o passar dos anos...
Com o passar dos anos verificamos que certas coisas que nos pareciam anormais e inacreditáveis se nos tornaram realidades indispensáveis.
Do mesmo modo verificamos que certas coisas sem as quais não conseguíamos viver se tornaram simplesmente banalidades...
Para quem tem fé em Deus isso chama-se Evolução Espiritual, Crescimento Interior.
Para quem não tem fé chama-se apenas experiência de vida...
Do mesmo modo verificamos que certas coisas sem as quais não conseguíamos viver se tornaram simplesmente banalidades...
Para quem tem fé em Deus isso chama-se Evolução Espiritual, Crescimento Interior.
Para quem não tem fé chama-se apenas experiência de vida...
Entra na vida a cantar...
Entra na vida a cantar, será mais fácil enganar o tempo de chorar
E então, se quiseres, saberás sorrir
Basta que cantes a melodia preferida da pessoa que mais amas…
E então, se quiseres, saberás sorrir
Basta que cantes a melodia preferida da pessoa que mais amas…
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Tentativa em F.
Je suis très fatigué
Et je ne comprends pas
Pourquoi je suis de cette mode, fatigué e triste.
J’espère toujours
Pour quelque chose ou quelque un
Que me anime e me aime.
Moi j’aime la vie
Mais la vie me brise e me déprime
A tout le temps.
Moi j’aime d’écrire
Mais avant d’écrire
J’ai à besoin de espoir e d’amour…
Si je n’ai l’espoir et l’amour
Je ne pou pas d’écrire.
Et je suis triste pars que je n’écrire rien…
(Felipa Monteverde)
Et je ne comprends pas
Pourquoi je suis de cette mode, fatigué e triste.
J’espère toujours
Pour quelque chose ou quelque un
Que me anime e me aime.
Moi j’aime la vie
Mais la vie me brise e me déprime
A tout le temps.
Moi j’aime d’écrire
Mais avant d’écrire
J’ai à besoin de espoir e d’amour…
Si je n’ai l’espoir et l’amour
Je ne pou pas d’écrire.
Et je suis triste pars que je n’écrire rien…
(Felipa Monteverde)
domingo, 29 de novembro de 2009
Advento

“Preparai os caminhos do Senhor, endireitai as suas veredas…”
(do livro de Isaías)
Advento, tempo de preparação para a chegada do Senhor.
Lavemos e perfumemos a alma com a leitura dos santos Evangelhos, com o sacramento da Penitência e abrindo o nosso coração ao amor fraterno e à alegria da ansiedade pela chegada do Rei dos Reis…
"ELE está pra chegar..."
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Madalena
Descai o sol... nos olivais do monte
Recolhe o gado o pastor. Das largas eiras
Vêm vindo as filhas de Jacob à fonte
Com seu rítmico andar entre as palmeiras.
Um rouxinol suspira no loureiro
É essa hora do ocaso meiga e terna
Em que o sol busca o mar como um boieiro
Que vem beber à boca da cisterna.
Madalena em Betânia desatando
Seu cabelo, qual fúlgido lençol
Limpa os pés do Rabi, humilde olhando
Seus olhos cheios de domínio e sol.
Um pescador trigueiro das baías
Deitando a rede diz, olhando o rio
Quando virá o lúcido Messias
Quem é este Rabi loiro e sombrio?
Mas Madalena, num amargo choro
Limpa os pés do Rabi, cheia de amor
Com seus longos cabelos feitos de oiro
E baixinho murmura: é meu Senhor.
O sol morreu... nos olivais do monte
Rompe virgem o luar. Às largas eiras
Vão saindo as filhas de Jacob da fonte
Com seu rítmico andar entre as palmeiras.
Frei Hermano da Câmara
(Escrevi a letra ouvindo a canção, espero tê-la ouvido bem. O problema é saber a pontuação correcta, mas cada um que use a imaginação.)
Recolhe o gado o pastor. Das largas eiras
Vêm vindo as filhas de Jacob à fonte
Com seu rítmico andar entre as palmeiras.
Um rouxinol suspira no loureiro
É essa hora do ocaso meiga e terna
Em que o sol busca o mar como um boieiro
Que vem beber à boca da cisterna.
Madalena em Betânia desatando
Seu cabelo, qual fúlgido lençol
Limpa os pés do Rabi, humilde olhando
Seus olhos cheios de domínio e sol.
Um pescador trigueiro das baías
Deitando a rede diz, olhando o rio
Quando virá o lúcido Messias
Quem é este Rabi loiro e sombrio?
Mas Madalena, num amargo choro
Limpa os pés do Rabi, cheia de amor
Com seus longos cabelos feitos de oiro
E baixinho murmura: é meu Senhor.
O sol morreu... nos olivais do monte
Rompe virgem o luar. Às largas eiras
Vão saindo as filhas de Jacob da fonte
Com seu rítmico andar entre as palmeiras.
Frei Hermano da Câmara
(Escrevi a letra ouvindo a canção, espero tê-la ouvido bem. O problema é saber a pontuação correcta, mas cada um que use a imaginação.)
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