Seja bem-vindo, visitante

Olá, Visitante. Chegou aqui, vindo sei lá de onde, quiçá cansado de tantas caminhadas e descaminhos. Pois bem, sente-se, relaxe e leia algumas destas coisinhas, vai ver que fica melhor... Um abraço da Felipa

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Tudo mudado!

Aproveitei, já que tive de aprender a fazê-lo, para mudar o aspecto dos meus blogues. Acho que assim ficam mais bonitos...
Não mudei nada no blog das adivinhas porque gosto dele como está.

Asneira desfeita!

I'VE GOT IT AGAIN, THANK YOU, GOD!
Graças a Deus, consegui desfazer a parvoíce que tinha feito. Isto é para eu aprender a não me armar em expert de uma coisa da qual ainda sou aprendiz...
Para quem não viu a asneirada digo que perdi todo o esquema, fiquei apenas com as mensagens. E como (sem saber) tinha voltado ao início, nem sequer tinha (na personalização) a palavra esquema para conseguir emendar o facto de não ter as mini-aplicações que já tinha aplicado.
Criei um novo blog para ir seguindo os passos e assim reparar em cada modificação feita, para depois conseguir corrigir o mal que tinha feito antes. Consegui, graças a Deus...

ASNEIRAS!

Fiz asneira da grossa! Tentei mudar o modelo do meu blog, pois conheço uma pessoa que está sempre a fazê-lo, e o resultado é isto que se vê... Estou furiosa e zangada comigo mesma, e ainda por cima guardei o modelo antigo antes de modificar mas não consigo pô-lo outra vez. Vou tentando, a ver se desfaço a asneirada toda que fiz por burrice...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Finito

Não acredito que o mundo é infinito
Mas não quero assistir ao seu final
Que o azul do céu é tão bonito
E a Terra um lugar sensacional!...

Mas que importa fazer parte do finito
Se sabemos que a alma é imortal?

(Felipa Monteverde)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Receita

Quinhentos gramas de dor;
Quinhentos gramas de mal;
Quinhentos gramas de amor;
E raiva serve de sal.

Quatro colheres de tortura;
Outras tantas de tormento;
Leva uma de ternura
A simular o fermento.

Muita raspa de vaidade;
Um bocado de traição,
A que se junta maldade
Que nos possa encher a mão.

Um pedacinho de medo
Que dá cor e o contraste;
De bondade, leva um dedo;
De alegria, quanto baste.

De trabalho, quanto valhas;
De prantos, mil, para o molho;
De desgraça, ponha “ao calhas”;
E de sorte, ponha “a olho”.

Meio litro de desgosto;
Um quilo de coisas más;
E, no fim, a dar o gosto,
Uma pitada de paz.

Mexa a massa bem mexida;
Leve ao forno muito quente.
E eis o bolo da vida
Que a vida nos serve à gente.

(João Baptista Coelho)

Estrela

Nasci no tempo que te desconhece
Na fantasia que te espera e no espaço de cometas
Em que sou viajante...

O poema nasceu, sobrevivi
O amor cresceu e renasci
Sou estrela cintilante no olhar de quem esqueceu
A amargura e reviveu na nostalgia de te amar…

(Felipa Monteverde)

sábado, 2 de janeiro de 2010

Way back into love



Na tarde do dia 1 de Janeiro (ontem) a RTP exibiu um filme do meu actor preferido, Hugh Grant. Music & Lyrics (Música e Letra) assim se chamava o filme.
A acção desenrola-se à volta de um cantor dos anos 80 que é convidado por uma jovem cantora da moda a escrever uma canção, letra e música, para um dueto entre eles. Com falta de inspiração, ele convida a pessoa que lhe trata das plantas e que escreve qualquer coisa de vez em quando (Drew Barrymore) a escrever a letra. E escrevem os dois uma canção que se torna um sucesso.
Apesar de o enredo não ser entusiasmante, Hugh Grant vale sempre a pena. É mais uma das comédias românticas a que já nos habituou.