Os corpos dos dois irmãos desaparecidos no mar em 16 de Dezembro ainda não apareceram e praticamente já não há esperança de que apareçam. Não houve funeral, tiveram direito a um missa e no próximo sábado terão outra.
Entretanto, a irmã colocou um vídeo no Youtube com imagens recolhidas aquando do seu casamento, muito recente. É uma forma de lhes prestar homenagem.
Tentei colocar esse vídeo aqui mas o espaço é curto e cortava parte das imagens. Assim, deixo o endereço e quem quiser pode ir ver ao Youtube.
http://www.youtube.com/watch?v=WgdOxZTvFcs&feature=related
Ah, e voltei ao modelo antigo do meu blog, pois tem um nadinha mais de largura e dá mais jeito para as fotos e vídeos.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Homenagem a Gilberto e Amâncio Pereira
domingo, 10 de janeiro de 2010
A luz do amor
A luz do amor
reflecte-se
num espelho de magia
que
me
encandeia a memória
dos tempos
infinitos
de viver e ser um sonho
em que nasci
depois de
amar
um ser de luz
que
era
um anjo renascido
em teu olhar...
(Felipa Monteverde)
reflecte-se
num espelho de magia
que
me
encandeia a memória
dos tempos
infinitos
de viver e ser um sonho
em que nasci
depois de
amar
um ser de luz
que
era
um anjo renascido
em teu olhar...
(Felipa Monteverde)
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Tudo mudado!
Aproveitei, já que tive de aprender a fazê-lo, para mudar o aspecto dos meus blogues. Acho que assim ficam mais bonitos...
Não mudei nada no blog das adivinhas porque gosto dele como está.
Não mudei nada no blog das adivinhas porque gosto dele como está.
Asneira desfeita!
I'VE GOT IT AGAIN, THANK YOU, GOD!
Graças a Deus, consegui desfazer a parvoíce que tinha feito. Isto é para eu aprender a não me armar em expert de uma coisa da qual ainda sou aprendiz...
Para quem não viu a asneirada digo que perdi todo o esquema, fiquei apenas com as mensagens. E como (sem saber) tinha voltado ao início, nem sequer tinha (na personalização) a palavra esquema para conseguir emendar o facto de não ter as mini-aplicações que já tinha aplicado.
Criei um novo blog para ir seguindo os passos e assim reparar em cada modificação feita, para depois conseguir corrigir o mal que tinha feito antes. Consegui, graças a Deus...
Graças a Deus, consegui desfazer a parvoíce que tinha feito. Isto é para eu aprender a não me armar em expert de uma coisa da qual ainda sou aprendiz...
Para quem não viu a asneirada digo que perdi todo o esquema, fiquei apenas com as mensagens. E como (sem saber) tinha voltado ao início, nem sequer tinha (na personalização) a palavra esquema para conseguir emendar o facto de não ter as mini-aplicações que já tinha aplicado.
Criei um novo blog para ir seguindo os passos e assim reparar em cada modificação feita, para depois conseguir corrigir o mal que tinha feito antes. Consegui, graças a Deus...
ASNEIRAS!
Fiz asneira da grossa! Tentei mudar o modelo do meu blog, pois conheço uma pessoa que está sempre a fazê-lo, e o resultado é isto que se vê... Estou furiosa e zangada comigo mesma, e ainda por cima guardei o modelo antigo antes de modificar mas não consigo pô-lo outra vez. Vou tentando, a ver se desfaço a asneirada toda que fiz por burrice...
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Finito
Não acredito que o mundo é infinito
Mas não quero assistir ao seu final
Que o azul do céu é tão bonito
E a Terra um lugar sensacional!...
Mas que importa fazer parte do finito
Se sabemos que a alma é imortal?
(Felipa Monteverde)
Mas não quero assistir ao seu final
Que o azul do céu é tão bonito
E a Terra um lugar sensacional!...
Mas que importa fazer parte do finito
Se sabemos que a alma é imortal?
(Felipa Monteverde)
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Receita
Quinhentos gramas de dor;
Quinhentos gramas de mal;
Quinhentos gramas de amor;
E raiva serve de sal.
Quatro colheres de tortura;
Outras tantas de tormento;
Leva uma de ternura
A simular o fermento.
Muita raspa de vaidade;
Um bocado de traição,
A que se junta maldade
Que nos possa encher a mão.
Um pedacinho de medo
Que dá cor e o contraste;
De bondade, leva um dedo;
De alegria, quanto baste.
De trabalho, quanto valhas;
De prantos, mil, para o molho;
De desgraça, ponha “ao calhas”;
E de sorte, ponha “a olho”.
Meio litro de desgosto;
Um quilo de coisas más;
E, no fim, a dar o gosto,
Uma pitada de paz.
Mexa a massa bem mexida;
Leve ao forno muito quente.
E eis o bolo da vida
Que a vida nos serve à gente.
(João Baptista Coelho)
Quinhentos gramas de mal;
Quinhentos gramas de amor;
E raiva serve de sal.
Quatro colheres de tortura;
Outras tantas de tormento;
Leva uma de ternura
A simular o fermento.
Muita raspa de vaidade;
Um bocado de traição,
A que se junta maldade
Que nos possa encher a mão.
Um pedacinho de medo
Que dá cor e o contraste;
De bondade, leva um dedo;
De alegria, quanto baste.
De trabalho, quanto valhas;
De prantos, mil, para o molho;
De desgraça, ponha “ao calhas”;
E de sorte, ponha “a olho”.
Meio litro de desgosto;
Um quilo de coisas más;
E, no fim, a dar o gosto,
Uma pitada de paz.
Mexa a massa bem mexida;
Leve ao forno muito quente.
E eis o bolo da vida
Que a vida nos serve à gente.
(João Baptista Coelho)
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