Há certas ocasiões
Em que a escrita me sai
Jorrando em mim aos montões;
Mas também há outros dias
Em que emudece e se esvai
E nada pra fora sai…
Não me saem poesias
Nem prosas querem sair
Parecem estar a dormir
À espera de um despertar
Que as faça acordar
E eu comece a poetar…
Mas noutras fases da vida
É-me tão fácil rimar
Descrever a dor sentida
A alegria reprimida
E a tristeza sentida
Que guardo no meu pensar
Que escondo no meu cantar
À espera de um futuro
De um desmoronar de muro
Que me faça então viver
O que eu só sei sonhar…
(Felipa Monteverde)
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Revezes
Sofro os revezes da vida
Que se revela azarada
Para quem não sabe ainda
Que a má sorte nunca finda
Para quem nasce sem nada.
Nasci sem nada de meu
Sem nada de meu vivi
Que a vida nada me deu
Só me emprestou um chapéu
Com que a cabeça cobri…
(Felipa Monteverde)
Que se revela azarada
Para quem não sabe ainda
Que a má sorte nunca finda
Para quem nasce sem nada.
Nasci sem nada de meu
Sem nada de meu vivi
Que a vida nada me deu
Só me emprestou um chapéu
Com que a cabeça cobri…
(Felipa Monteverde)
quinta-feira, 22 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Citando a Sophia

Metade da minha alma
é maresia
a outra metade é toda poesia.
Metade mar
metade amor
metade amar
metade dor.
E um todo de raiva e ansiedade
de navegar
nas ondas desta imensidade
onde a minha alma se transforma
em luz que há-de ser dia…
(Felipa Monteverde)
sábado, 10 de abril de 2010
Mais ou menos
A gente pode
morar numa casa mais ou menos,
numa rua mais ou menos,
numa cidade mais ou menos
e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode
dormir numa cama mais ou menos,
comer um feijão mais ou menos,
ter um transporte mais ou menos
e até ser obrigado a acreditar
mais ou menos no futuro.
A gente pode
olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos.
Tudo bem.
O que a gente não pode
mesmo, nunca, de jeito nenhum
é amar mais ou menos,
é sonhar mais ou menos,
é ser amigo mais ou menos,
é namorar mais ou menos,
é ter fé mais ou menos
e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar
uma pessoa mais ou menos..
(Chico Xavier)
(Retirado de: http://isabelaedemais.blogspot.com/search?updated-max=2009-10-09T11%3A03%3A00-07%3A00&max-results=7 )
morar numa casa mais ou menos,
numa rua mais ou menos,
numa cidade mais ou menos
e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode
dormir numa cama mais ou menos,
comer um feijão mais ou menos,
ter um transporte mais ou menos
e até ser obrigado a acreditar
mais ou menos no futuro.
A gente pode
olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos.
Tudo bem.
O que a gente não pode
mesmo, nunca, de jeito nenhum
é amar mais ou menos,
é sonhar mais ou menos,
é ser amigo mais ou menos,
é namorar mais ou menos,
é ter fé mais ou menos
e acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar
uma pessoa mais ou menos..
(Chico Xavier)
(Retirado de: http://isabelaedemais.blogspot.com/search?updated-max=2009-10-09T11%3A03%3A00-07%3A00&max-results=7 )
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