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segunda-feira, 21 de maio de 2012
Beatificação de Mãe Clara foi há um ano!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Hoje é o dia da padroeira do blog
Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, para Vossa maior honra e glória, bem da Igreja e do mundo, dignai-Vos glorificar na Terra a Vossa serva Madre Maria Clara do Menino Jesus, que em vida tanto se dedicou a cuidar dos pobres, das crianças e de todos os que sofrem.
Revesti-a, Deus de bondade, da auréola de glória que resplandece na fronte de quantos a Santa Igreja nos propõe como modelos de virtude a imitar e ouvi as súplicas que, por seu intermédio, Vos dirigimos, concedendo-nos a graça que Vos pedimos.
AVós toda a honra e toda a glória, pelos séculos dos séculos, Ámen.
P.N.,A.M.,Glória...
ORAÇÃO PARA PEDIR CURAS
Mãe Clara, pelo amor que tivestes a Jesus Eucaristia e para glória do Seu Santíssimo nome, pela filial confiança em Maria, a Mãe das Dores, e para exaltação da sua Conceição Imaculada, suplico-vos que rogueis pela cura de... (nome) e atendei as preces de quantos pedem a vossa intercessão, junto de Deus.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo... (3 vezes).
Comunicar as graças recebidas ao
"Secretariado Madre Maria Clara"
Rua Madre Maria Clara, nº l
2795 LINDA-A-PASTORA
PORTUGAL
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Mãe Clara
Amiga, mãe, protectora
dos pobres, dos miseráveis
de todos os que necessitavam
dela e do amor de Deus.
Ela a todos acolhia
a todos abraçava e abrigava
entre os braços seus.
Mãe abrigo, mãe amor
ternura repartia sem cessar.
Amparo de quem nada possuía
voz reconfortante que fazia
com que a vida se tornasse menos dura
para cada pobre que a ouvia.
Palavras não há que a descrevam
na perfeição do seu amor a Deus.
Ao próximo amou,
do próximo cuidou,
em cada pobre via um degrau
de uma escada que conduz a Deus.
Mãe amor, abrigo, protecção
para todos os que dela precisassem
numa doação imensa e clara.
Tendo por mestre o "Pobrezinho” de Assis
seguiu-o no ideal de santidade
que atrai ao céu as almas raras.
Mãe dos pobres, mãe de todos,
mestra das discípulas atraídas
pela sua bondade e compreensão;
esta mulher era uma santa a conduzir
o seu rebanhozinho por caminhos
cheios de espinhos e ingratidão.
Mãe abrigo, que a todos abrigava.
Mãe amor, que a todos abraçava.
Pelas ruas tortuosas da desconfiança
o seu rebanho conduziu e convenceu
pelas provas de amor que a todos deu.
Agora são imensas as ovelhas
do rebanho que à mestra ainda segue
atraído pelo ideal vindo de Assis:
o “Pobrezinho” a todas abençoa
e a mestra, a mãe, a todas guia
e dá o dom do amor e da bondade
numa existência plena e tão feliz.
Felipa Monteverde
domingo, 22 de maio de 2011
Beatificação de Madre Maria Clara do Menino Jesus
Deixo algumas imagens, para os que não puderam estar presentes, e dou os parabéns também ao povo brasileiro pois foi beatificada hoje a Irmã Dulce, uma freira brasileira.
Portugal e o Brasil unidos pela fé, que Deus abençoe a estes dois países.
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| A miraculada D. Georgina |
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| Procissão eucarística |
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| Aspeto do altar, com a bênção do Cristo Rei ao longe |
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| Imagem da Madre Maria Clara |
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| Bispos e cardeais |
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| Despedida, acenando os lenços |
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Beatificação da Irmã Maria Clara do Menino Jesus
Programa:
Tríduo de preparação
18 de Maio – 21h30 – Igreja S. Miguel – Queijas
19 de Maio – 21h30 – Igreja Nossa Senhora do Amparo – Benfica
20 de Maio – 21h30 – Solene Vigília, na Igreja Santa Maria de Belém, Jerónimos – Lisboa
Beatificação 21 de Maio
09h00 – Abertura do Estádio do Restelo
10h30 – Início da Celebração
11h00 – Eucaristia da Beatificação
15h00 – Livre visita ao Túmulo da Beata Maria Clara do Menino Jesus (Rua Madre Maria Clara, nº 1 – Linda-a-Pastora – Queijas)
Acção de Graças - 22 de Maio
11h30 – Eucaristia de Acção de Graças – Sé de Lisboa
Os Sacerdotes que desejam concelebrar na Eucaristia da beatificação devem inscrever-se por correio, fax ou e-mail para o endereço que segue indicado e devem levar alva, cíngulo e estola branca. O mesmo se processa para Diáconos e Diáconos permanentes.
Vigararia Geral
Mosteiro de S. Vicente de Fora
Campo de Santa Clara
1100-472 LISBOA
Fax: 218810584
e-mail: vigararia-geral@patriarcado.pt
Os Acólitos devem inscrever-se na Secretaria do Serviço Diocesano de Acólitos através do e-mail:
sda@sda-lisboa.com e levar alva e cíngulo.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Beatificação da Irmã Maria Clara do Menino Jesus já está agendada!

21 de Maio de 2011 foi o dia escolhido, pela Sé Apostólica, para a beatificação de Maria Clara do Menino Jesus, que acontecerá no Estádio do Restelo, em Lisboa, cidade onde morreu a nova beata. Espera-se um significativo número de participantes, não só de Portugal, como delegações dos 14 países onde se encontra a Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (CONFHIC), fundada pela Irmã Maria Clara do Menino Jesus (1843-1899) e pelo Padre Raimundo dos Anjos Beirão (1810-1878). Depois de, no passado dia 10 de Dezembro de 2010, Bento XVI ter assinado o Decreto de aprovação do milagre, operado por Deus em D. Georgina Troncoso Monteagudo, atribuído à intercessão da Irmã Maria Clara, só faltava o anúncio da data da beatificação.
(www.confhic.com)
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Pensamento de Mãe Clara

Esta foto foi tirada por mim, gosto muito dela, e apliquei-lhe em cima um pensamento da Madre Maria Clara, acho que ficou um lindo trabalho.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Beatificação da Madre Maria Clara do Menino Jesus
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Visita a Linda-a-Pastora


No passado domingo, dia 9 de janeiro deste novo ano de 2011, tive a graça de ir a Linda-a-Pastora visitar os túmulos da Irmã Maria Clara do Menino Jesus e do Padre Raimundo dos Anjos Beirão, fundadores da Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (CONFHIC).
Saimos de Viana do Castelo às seis da manhã, fomos por Ponte de Lima recolher mais pessoas e depois seguimos viagem até Linda-a-Pastora, onde se situa a propriedade das Irmãs.
Foi uma viagem demorada. Com apenas uma paragem de 30 minutos para o cafezinho da manhã e o alívio das necessidades fisiológicas, chegamos por volta das 11:30 a Linda-a-Pastora, à casa-mãe da Congregação.
Santuário (Imagem recolhida em www.confhic.com)
A primeira impressão que tive foi de desespero, pois a minha máquina fotográfica digital resolveu avariar e as fotos que eu tirava ficavam com demasiada luz, quase brancas. Apenas aproveitei duas, das centenas que tirei. E sendo eu uma pessoa apaixonada por fotografia e querendo fazer uma espécie de reportagem fotográfica da viagem, imagine-se como fiquei…
Mas, adiante: fomos recebidos com muito carinho pelas Irmãs, que nos ofereceram um lanchezinho inicial, pois o almoço seria por volta da uma da tarde e os estômagos já reclamavam por um aconchegozinho. É que há ratinhos que são muito chatos e gostam de roer onde não devem…
Depois dirigimo-nos à Cripta, onde se encontram os túmulos do Padre Raimundo e da Irmã Maria Clara e onde tivemos um momento de oração, preparado pelas Irmãs que nos acompanharam desde Viana, Irmãs Maria Celeste e Maria de Fátima, que são uma simpatia. Aliás, todas as Irmãs desta Congregação primam pela simpatia e boa disposição, seguindo o lema de Mãe Clara: aceitando tudo como vindo das mãos de Deus, até as pequenas chatices do dia-a-dia, o que faz com que andem sempre com um sorriso no rosto e o ofereçam a toda a gente.
Cantámos:
De Raimundo e Clara abertos à graça
Nos vem este dom, esta herança feliz:
“Onde houver o bem a fazer, que se faça”
Ao jeito do Pobre de Assis.
O acolhimento, a hospitalidade,
Carisma lindo das origens nos vem
Queremos na Igreja ser fidelidade
Semeando a Paz e o Bem.
E ainda:
Por ti, Mãe Clara dos pobres
Damos graças ao Senhor;
E com júbilo cantamos:
Glória a Deus, honra e louvor!
Cripta (Imagem recolhida em http://www.confhic.com/ )E rezámos:
Irmã Maria Clara,
Teus olhos têm o brilho da fé, a profundidade da esperança, a ternura do Amor,
Suplica a Jesus por cada um de nós aqui presente.
Teu olhar aponta outras paragens, chama às alturas, convida a sair da vulnerabilidade,
Suplica a Jesus por todos os nossos amigos, familiares, vizinhos e por todos os povos.
Teu olhar é puro e cristalino, desafia e convida, interroga e responde,
Suplica a Jesus pelas nossas famílias, sobretudo por aquelas que vivem em maior dificuldade de harmonia, paz, gratuidade e dedicação.
Teu olhar reflete paz e ternura, serenidade e coragem, mansidão e fortaleza,
Suplica a Jesus por todos os doentes de corpo e alma e as angústias dos seus familiares.
Teu olhar lança-se no infinito,
Suplica a Jesus por todos os jovens que se interrogam vocacionalmente, por uma vocação de consagração e de matrimónio na Igreja.
Quando a oração acabou permanecemos em silêncio ainda alguns minutos na cripta, em oração pessoal e mental. Fomos informados de que o almoço seria servido naquele momento, meia hora antes do previsto, devido ao atraso de outro grupo na viagem.
O almoço estava muito bem confecionado, a sopa era muito saborosa e o resto estava divinal.
Estômagos aconchegados pelo belo repasto, tivemos um momento livre, em que aproveitamos para conhecer o belo jardim da casa das Irmãs. É um jardim muito grande, não diria enorme mas é muito grande. Tem várias espécies de plantas e flores, com alegorias a vários momentos da vida de Cristo. Assim, apresenta-se com algumas palmeiras, simbolizando o domingo de Ramos, seguidas de algumas oliveiras (Jesus no jardim das oliveiras) cactos (coroação de espinhos) e depois inicia-se a Via-Sacra, com placas indicadoras das estações. Tem também alusões aos mistérios do Rosário: um anjo, simbolizando a anunciação, um presépio, etc.
Aqueles terrenos pertenceram a Cesário Verde, poeta do século 19, que as Irmãs compraram por baixo preço devido a problemas de herança que rodeavam a propriedade. Foi aí que a família do poeta se refugiou aquando de um surto de cólera em Lisboa. No poema “Nós”, Cesário Verde retrata a vida da sua família na quinta e descreve pormenores da vida do campo, como trabalhos de lavoura, colheita da fruta, etc…
Não tivemos tempo de percorrer todo o jardim, pois às duas horas houve a exibição de um pequeno filme sobre a vida da Irmã Maria Clara e do Padre Raimundo Beirão, intitulado “Sonhos que se cruzam” e de seguida tivemos a missa, no santuário.
A missa foi presidida pelo Padre Castro, que teve a gentileza de nos acompanhar desde Viana, e decorreu num ambiente fraternal e acolhedor.
No final da missa, como se aproximava a hora da partida, as Irmãs residentes na casa ofereceram-nos novo lanche, para o qual ainda não havia fome mas disseram-nos que embrulhássemos o que quiséssemos para comer pelo caminho. Não me fiz rogada e coloquei doce de fruta caseiro num pão escuro, que muito aprecio, o qual embrulhei para comer depois.
O doce era uma mistura de várias frutas, perguntei a uma das Irmãs (Maria Teresa, acho) e ela disse que era caseiro e tinha vindo de outra casa da congregação, não me recordo de qual. Aliás, lá é assim: as várias casas oferecem coisas umas às outras, daquilo que produzem. Também havia tangerinas, para quem quisesse comer ou levar para o caminho.
Chegados ao autocarro, a surpresa: regressaríamos por Fátima, onde faríamos uma pequena paragem. Palmas e muita alegria receberam esta notícia!
A Irmã Maria Teresa veio despedir-se ao autocarro, parece que faz sempre questão de o fazer, e depois das belas palavras que nos dirigiu também foi aplaudida: a hora era de alegria pelos belos momentos vividos e era preciso que se expandisse.
E iniciámos viagem até Fátima, com a alegria antecipada do encontro com Nossa Senhora. Estivemos 45 minutos no santuário de Fátima, rezando e agradecendo à Senhora o bom dia que tivemos e a ótima viagem que fizemos.
Ainda tive tempo de comprar um presépio para a minha coleção. E tive a alegria, no autocarro, de o Padre Castro o benzer: depois da oração do terço ele abençoou os objetos religiosos que havíamos comprado, o que muito agradecemos.
E foi assim, esta viagem a Linda-a-Pastora. Para mim foi a primeira vez, mas fiquei com imensa vontade de regressar lá, com mais tempo, para ver tudo, fotografar tudo (com nova máquina, se calhar), absorver tudo e agradecer a Mãe Clara todas as graças que me tem feito ultimamente e as que ainda me fizer.
Recordo já com saudade o ambiente acolhedor que encontrei, a paz, a tranquilidade e o silêncio que se respiram naquela casa, no jardim, em cada canto… dá a sensação de que as almas dos fundadores permanecem ali, velando por todos, habitantes e visitantes, peregrinos e fiéis que se deslocam a pedir e a agradecer graças, e animando as Irmãs na sua vocação para fazer o Bem, onde houver Bem a fazer...













