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Olá, Visitante. Chegou aqui, vindo sei lá de onde, quiçá cansado de tantas caminhadas e descaminhos. Pois bem, sente-se, relaxe e leia algumas destas coisinhas, vai ver que fica melhor... Um abraço da Felipa
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domingo, 15 de julho de 2012

Blogagem coletiva - Amor aos pedaços


Reintegrar:
Voltar a incluir o amor na nossa vida.

Depois de tristezas, zangas, mal-entendidos, 
ciúmes ou outra coisa qualquer, 
o nosso coração fica machucado e sofre 
com a lembrança do que o magoou. 
Voltar a amar, perdoar, aceitar o outro, 
é reintegrar no nosso peito esse nobre sentimento, 
o AMOR.

Amemos, então. 
Integremos de novo o amor na nossa vida, 
saibamos viver com ele e sobretudo aprender a conhecer 
a pessoa que está por detrás do sentimento, 
aquela pessoa por quem o sentimos.

Porque reintegrar significa sobretudo aceitar,
e não subjugar o outro à nossa vontade.


Esta é a minha participação na blogagem coletiva  
AMOR AOS PEDAÇOS
promovida pelas blogueiras


Visite o blogue da Luma e saiba mais:

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Blogagem coletiva - Amor aos pedaços


Questionar o que é o amor já todos fizemos, mais ou menos, durante uma fase ou outra das nossas vidas. Que sentimento será esse, tão especial?
Apaixonamo-nos muitas vezes, por isto, por aquilo, por pessoas e coisas, mas amar é diferente. Amar deveria ser diferente.
Porque amar alguém deveria ser intenso e duradouro, não uma coisa fugaz que passa e não deixa saudades.
Amar é o frio na barriga, a dor no coração, a saudade em cada momento longe da pessoa amada, a alegria de um sorriso, de um olhar, de um toque.


Hoje em dia toda a gente ama toda a gente, dizemos "amo-te" sem pensar no que fazemos, banalizou-se o maior dos sentimentos.
Mas quando um português diz “amo-te” não está a ser sincero. Porque o português, quando ama, diz “gosto de ti”.
E há algo mais lindo do que ouvir “gosto de ti, desde aqui até à lua; gosto de ti, desde a lua até aqui…”?
Esta canção do André Sardet é das mais lindas declarações de amor.

Quando tiver vontade de utilizar as palavras dele para dizer a uma pessoa que a ama, então é amor de verdade. Esqueça “amo-te”, “je t’aime”, “I love You”. “Gosto de ti” é que demonstra verdadeiramente o amor.
Para os portugueses, claro…

Mas atenção, isto é para palavras ditas, para as escritas podemos utilizar todos os estrangeirismos que quisermos. É assim que somos.




Já pensei dar-te uma flor, com um bilhete, mas nem sei o que escrever.
Sinto as pernas a tremer, quando sorris pra mim, quando deixo de te ver.
Vem jogar comigo um jogo, eu por ti e tu por mim.
Fecha os olhos e adivinha, quanto é que eu gosto de ti.


(Refrão)
Gosto de ti, desde aqui até à lua.
Gosto de ti, desde a Lua até aqui.
Gosto de ti, simplesmente porque gosto.
E é tão bom viver assim.


Ando a ver se me decido, como te vou dizer, como hei-de te contar.
Até já fiz um avião, com um papel azul, mas voou da minha mão.
Vem jogar comigo um jogo, eu por ti e tu por mim.
Fecha os olhos e adivinha, quanto é que eu gosto de ti.


(Refrão)
Gosto de ti, desde aqui até à lua.
Gosto de ti, desde a Lua até aqui.
Gosto de ti, simplesmente porque gosto.
E é tão bom viver assim.


Quantas vezes eu parei à tua porta.
Quantas vezes nem olhaste para mim.
Quantas vezes eu pedi que adivinhasses.
Quanto é que eu gosto de ti.


(Refrão)
Gosto de ti, desde aqui até à lua.
Gosto de ti, desde a Lua até aqui.
Gosto de ti, simplesmente porque gosto.
E é tão bom viver assim.


Mais tarde chegará a altura dos questionamentos, mas enquanto puder amar, ame. O marido, os filhos, os irmãos, os amigos, porque o amor é lindo. Dê amor, porque só recebemos aquilo que damos.

Sabe aquele silêncio que diz tudo? Quando está a fazer algo com as pessoas que ama e não precisam de falar para se entenderem?
É o amor a falar.

E vale a pena? Sim, vale sempre a pena. Porque um amor nunca vai embora sem deixar atrás dele tudo o que foi vivido pelos dois. E a maior parte disso, pense bem, foi bonito.
E é isso que o torna especial. Porque chegará um dia em que o amor já não vai embora, o amor fica, aquele "gosto de ti" tornou-se eterno.

E seremos velhinhos, e os nossos amores (filhos, amigos) virão visitar-nos, e seremos felizes por ter amado tanto.

Esta é a minha participação na blogagem coletiva AMOR AOS PEDAÇOS.
Saiba mais visitando o blog da Rosélia, uma das promotoras.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Blogagem coletiva - Amor aos pedaços


3ª FASE - ESPERANÇA

Esperança no amor, na família, na vida.
Esperança na paz, na fraternidade universal
na comunhão espiritual entre todos os povos.

"Em Vós, Senhor, eu pus a minha esperança.
Sois o meu Deus, toda a minha vida está nas Vossas Mãos."



E assim sigo a minha vida, 
contornando obstáculos e dificuldades sempre de olhos postos no alto, 
em Quem infundiu em mim este sentimento que não morre, 
embora possa de vez em quando esmorecer um pouquinho. 

Mas nunca morre dentro de  mim, que eu não deixo.
E basta ver o sol nascer em cada manhã, 
ouvir o canto dos pássaros nas árvores do meu quintal, 
ouvir a voz dos filhos que acordam e resmungam 
(porque querem dormir mais um pouquinho)
para que a esperança se renove. 


Cada dia espero no Senhor, 
cada dia Ele não falha o que promete aos que O amam.


Esta é a minha participação na blogagem coletiva AMOR AOS PEDAÇOS.
Saiba mais visitando o blog da Rosélia, uma das promotoras.





domingo, 15 de abril de 2012

Blogagem coletiva - Amor aos pedaços


Não vou falar muito sobre o desencanto (ou desencantamento) porque é um tema que me é muito doloroso.
Desencantei-me da vida muito cedo, pelos 14 anos, embora isso já se tivesse iniciado muito antes, na infância. Quando percebi certas realidades, por exemplo por que não vivia com a minha família, a vida tornou-se um desencanto total em relação ao futuro.
Aos 14 anos percebi que estava só na vida, sem ninguém que gostasse de mim, e que teria de lutar para conseguir simplesmente existir.
Acho que tive sucesso nesse plano, mas as mágoas ainda doem de vez em quando. As dores foram abafadas por acontecimentos felizes que fui vivendo ao longo da vida mas alguns complexos ainda permanecem.
Sou uma sobrevivente. Considero-me uma pessoa feliz, muito feliz, porque aprendi a viver com o que Deus me dá e n’Ele confio.


Antigamente houve uma menina
há muito tempo
e essa menina agora é uma lembrança
plangente de lamento.

Nasci a cantar
nasci a cantar
escondei-me a desgraça
não quero chorar.

Antigamente eu era uma menina
há demasiado tempo
e essa lembrança esconde-se entre lírios
de um jardim de tormento.

Nasci para rir
nasci para rir
quem dera a tristeza
não queira cá vir.

Antigamente tudo era sonho e sina
onde se escoava o tempo
e nunca como agora me surgia na lembrança
um só sonho, um só momento.

Nasci tão alegre
nasci tão alegre
deixai-me assim estar
que a vida é tão breve.

Antigamente houve uma menina
nascida de um lamento
lembrança fugidia, casto lírio
plangente e sem alento.

Nasci a sorrir
nasci a sorrir
meu sorriso é fado
que estou a cumprir.

Antigamente eu era uma menina
mas foi há tanto tempo
que perdi toda a lembrança e toda a mágoa
num sonho que hoje invento.

Nasci a cantar
nasci a cantar
as mágoas e penas
que estou a penar.

Felipa Monteverde


Esta é a minha participação na blogagem coletiva AMOR AOS PEDAÇOS.
Visite o blog da Rosélia e saiba mais.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Segunda-feira colorida - Blogagem coletiva



Desejo a todos uma semana colorida,
iniciando com uma segunda-feira bem florida! 

Participando na segunda-feira colorida da Anne.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Segunda-feira colorida - Blogagem coletiva


Tenha uma semana bem colorida: 
descanse, relaxe e divirta-se qb!

Participando na blogagem coletiva da Anne.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012